De quando em vez

A Ilha Terceira, as LOW COST, e outras coisas a lamentar
 
Já por algumas vezes temos aflorado a razão da não ida á Ilha Terceira das empresas “LOW COST” da aviação civil, embora já muito anunciada pelo Governo Regional dos Açores, que, conseguiu para já pô-las em S. Miguel, com todas as vantagens daí inerentes para esta Ilha. A Ilha Terceira ficou á espera, e, pelos vistos sem qualquer prazo para que estes voos venham a acontecer nas Lajes.
Já naquele tempo, quando nos longínquos anos de 1967 a 1963, em que estivemos nas Lajes, no decurso da nossa carreira militar, a problemática acima referida era a mesma: “ os Açores eram S. Miguel, e o resto era paisagem”.
De facto, apesar de muitos responsáveis políticos anunciarem que em Setembro do ano em curso as LOW COST iriam á Terceira, nada disto ainda aconteceu.
Assim, o desenvolvimento socioeconómico da Ilha Terceira depende de aspectos que continuam a não acontecer, como:
1 O processo de certificação do Aeroporto das Lajes para a operação civil generalizada pelas companhias  de aviação, e que foi prometida para breve, continua em posição de espera (Stanby), uma das razoes da não ida das LOW COST ás Lajes. 
2 Como é que se explica que apesar de alguns condicionalismos de aspecto militar que a TAP e a SATA voem á vontade de e para as Lajes.
3 No entanto o Governo já assumiu juntamente com a gestora aeroportuária ANA, que está a estudar a Base Aérea do Montijo para instalar as companhias aéreas de baixo custo e complementar a operação do aeroporto da Portela, abandonando completamente todo o processo de construção do novo aeroporto de Lisboa sem haver problemas com a infra estrutura militar.
4 A situação referida em 3 vem de acordo ao já muito chamado, (aeroporto de Lisboa mais um) estando-se já a trabalhar nesse sentido, o que nos parece uma solução correcta da infra estrutura militar da Base Aérea nº 6 (Montijo) sem que interfira com a operatividade normal em termos de voo desta Base Aérea.
Finalmente, continuam os habitantes de Trás-os-Montes, á espera que quem de direito decida quando e como as ligações aéreas entre Lisboa - Vila Real - Bragança desactivadas desde Novembro de 2012, aconteçam.
Pensávamos que aquilo que alguns responsáveis dizem sobre o reatamento das referidas carreiras em termos de prazo no tempo se verificasse, o que ainda não aconteceu