Seis meses a honrar compromissos

Seis meses de governo PS. Feitos no passado dia 26 de maio. Parece ter passado muito tempo, tantas foram já as alterações verificadas na vida das pessoas. Mudanças positivas. Seis meses de recuperação de direitos e rendimentos que o anterior governo tirara aos portugueses.
Como afirmou o primeiro-ministro António Costa, foram seis meses de cumprimento dos compromissos com os cidadãos, com a maioria parlamentar e com a União Europeia, no quadro de uma visão estratégica centrada na qualificação, na inovação, na modernização do Estado, na valorização do território, na capitalização das empresas e na erradicação da pobreza, tendo como objetivo assegurar mais crescimento, melhor emprego, maior igualdade e garantindo, simultaneamente, uma consolidação orçamental sustentável.
Apesar do difícil contexto de desaceleração da economia a nível mundial e das conhecidas dificuldades vividas por alguns dos países com quem Portugal tem relações comerciais, como é o caso de Angola, Brasil e Espanha, e do desastroso legado de empobrecimento e desigualdade do governo PSD/CDS, o balanço deste tempo novo é muito animador. De facto, foi possível, por um lado, dotar o país de estabilidade política e, por outro, provar que responsabilidade e rigor na gestão das contas públicas não são incompatíveis com responsabilidade e justiça social. Já não há dúvidas, dentro e fora do país, de que é possível virar a página da austeridade, repor os rendimentos das famílias e respeitar os compromissos internacionais, designadamente, no quadro da zona euro.
O falhanço do governo PSD/CDS tornou evidente que a sustentabilidade das finanças públicas não se alcança com políticas de austeridade expansionista, mas com mais investimento público e privado e criação de emprego, prioridades do governo PS.  
Mudar as políticas, virar a página da austeridade, devolver rendimentos às famílias, reduzir o horário de trabalho na função pública para as 35h, alargar a rede de creches, garantir o acesso de todos à saúde e à educação, repor os apoios sociais, combater a precariedade e o desemprego é o que o governo do PS, apoiado pela maioria parlamentar de esquerda, está a fazer para promover o crescimento económico e a criação de emprego e, na senda do desafio lançado por Joseph Stiglitz, prémio Nobel da Economia, garantindo que os benefícios de tal crescimento serão equitativamente partilhados, na certeza de que “qualquer programa económico que se foca na classe média é, por natureza, um programa centrado na prosperidade partilhada; e isso significa travar e reverter a tendência da desigualdade crescente”.
Seis meses a honrar compromissos e a governar com as pessoas e para as pessoas, para com elas construir um futuro de esperança e de confiança para todos.