Carlos Morais

 
 

Matematicamente pensando: Tecnologias e resultados de aprendizagem

 
É indiscutível que muitos dos objetivos da escola estão orientados para preparar os alunos para a vida quotidiana nas múltiplas dimensões que esta envolve. Por outro lado, os níveis de desempenho dos alunos de cada país devem poder ser comparados com os níveis de desempenho dos alunos de outros países, proporcionando a cada país a possibilidade de aferir o que faz bem e identificar os aspetos menos bem conseguidos em função do conhecimento da realidade de outros países.

Matematicamente pensando: Centros biopsicossociais

O título de um artigo deve resumir de forma simples a ideia principal do artigo. Neste sentido, apresento uma possível interpretação das expressões “matematicamente pensando” e “Centros biopsicossociais”. À expressão “matematicamente pensando” associo o objetivo de apresentar ideias claras, consistentes e facilmente entendíveis, suportadas por princípios, regras e expressões numéricas ou literais.

Matematicamente pensando: Ensino e aprendizagem

Vem aí setembro e o início de mais um ano letivo. É sempre bom refletir na importância que cada ano letivo tem para os alunos, para os professores e para a sociedade em geral. Parece ser consensual que a educação formal constitui um fenómeno gigantesco na transformação da sociedade.

Matematicamente pensando: Compreender os números

Vivemos numa época em que a procura de acordos, baseados na colaboração, na entreajuda e na negociação, faz parte do dia-a-dia das pessoas, das organizações e dos países de todo o mundo.

Matematicamente pensando: De quem são as dívidas?

A problemática associada às dívidas faz parte do quotidiano das pessoas, das organizações e dos Estados. Independentemente da posição que se tenha relativamente às dívidas, é um facto que existem dívidas que condicionam a vida das pessoas, das organizações e dos países.
Quando se aborda um determinado conceito é essencial, antes de o discutir, clarificar o conceito, no sentido de cada pessoa poder assumir posições em função do entendimento, o mais consensual possível do tópico em discussão.

Matematicamente pensando: Desemprego jovem

Um dos grandes problemas de Portugal, e de muitos outros países, é o desemprego. O desemprego quando associado à falta de condições para se poder ter uma vida digna, ainda é mais grave. Esta situação é preocupante em todas as idades, mas é particularmente grave quando atinge jovens a quem nunca foi dada a possibilidade de exercerem uma profissão.

Matematicamente pensando: Questões para refletir

Como professor e educador deparo-me muitas vezes com crianças e jovens que perante uma questão concreta, da qual se espera uma resposta, respondem com alguma frequência e com aparente segurança: não sei, não me importo, não tenho interesse, não sou capaz. Por outro lado, encontram-se adultos condenando esta atitude dos mais novos e supervalorizando aspetos associados à sua infância ou à sua juventude.

Matematicamente pensando: Educar para viver em sociedade

Como sempre, considero que a educação é a chave para a maioria dos problemas que afligem a sociedade. É a educação nas mais diversas modalidades, formal, não formal ou informal que nos ajuda a refletir sobre o mundo em que vivemos e a projetar o mundo em que queremos viver.

Matematicamente pensando: Boas práticas

O conceito de boas práticas tem sido largamente utilizado em diversos contextos e situações. No mundo tudo, ou quase tudo, está interligado e relacionado. Assim, quando se fala em boas práticas surgem diversas questões entre as quais: O que são boas práticas? Quem beneficia da sua aplicação? Quem fica prejudicado? Qual é o custo ou o benefício de uma boa prática? Qual é a relação entre o custo e o benefício? Não tentaremos responder linearmente às questões apresentadas, mas antes convidar a uma reflexão serena e sensata sobre a aceitação ou rejeição de uma boa prática.

Matematicamente pensando: Educação Informal

Falar de educação é falar do presente, do passado e do futuro. Muito do que somos depende da educação que recebemos, da educação que vivemos e da educação que defendemos, nomeadamente na forma como partilhamos o sucesso, as dificuldades e o quotidiano das pessoas com quem nos relacionamos. A educação, em função dos contextos onde pode ocorrer, pode ser designada por educação formal, educação não formal e educação informal.