José Mário Leite

Fazer bem, saber quem

Luisa Valle atual diretora do Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano é, há mais de uma década, responsável pelos Programas de Apoio à integração e desenvolvimento de pessoas carenciadas ou desintegradas. Para além da sua competência e capacidade tem um enorme capital de experiência  e, sobretudo a qualidade, que a Fundação Gulbenkian exige aos seus colaboradores e parceiros.

Novos Horizontes

1.     Horizonte 2020

Maratona

 

O politico e o empresário (Realidade e demagogia)

Conheci pessoalmente Fortunato Frederico há quinze anos. Homem simples, de trato afável, poucas palavras mas para cujas perguntas, aparentemente ingénuas e superficiais, não era fácil encontrar respostas. Era um homem muito considerado pelos seus pares que o têm reconduzido sucessivamente à frente da APICCAPS.

VERBO

 

O dia depois

Não me é fácil comentar os resultados eleitorais do passado dia 29 de Setembro. Um amigo meu estranhava esta minha incapacidade e aduzia duas razões: integrei uma lista e uma equipa que obteve a maioria absoluta dos votos e foram validadas as teses que publicamente defendi. É verdade, mas não é tudo! Apesar da representatividade adicional que o número superior de eleitos confere à Assembleia Municipal, a verdadeira disputa eleitoral faz-se à volta das candidaturas para a Câmara Municipal e para as Juntas de Freguesia.

Limitações

Pode haver quem defenda que as ações ou propostas serão boas ou más segundo quem as pratica ou propõe. Não partilho tal opinião. Embora elaborada e aprovada com os votos maioritários da Assembleia da República, a lei de limitação de mandatos é uma má lei.
Má porque limita as opções dos eleitores sendo portanto uma contribuição negativa para uma sociedade mais democrática.
Má porque prejudica de forma diferente o litoral e o interior, sendo mais penalizante para este último tal como já defendi em tempos.

O LODO E AS ESTRELAS - II

Leio atentamente o texto do Ernesto Rodrigues na última edição do Mensageiro e assaltam-me recordações quase cinquentenárias. Ia quente 1975 sobretudo o verão, em brasa. Começava a praga dos incêndios florestais e experimentava-se a chaga do radicalismo político. Tal como ele também eu deveria ter entrado nesse ano para a Universidade mas a “obrigatoriedade” de passar pelos “Cívicos” levou-me de volta a Bragança e a acampar no S. João de Brito que eu conhecia de outras andanças. Quase irreconhecível o velho edifício amarelo ocupado por uma quinta divisão em funções de alfabetização.

Resposta à carta do Sr. Eng.º Aires Ferreira

Diz-se o Sr. Eng.º Aires Ferreira leitor habitual das minhas crónicas. Saberá então que nunca deixei de criticar quem entendo criticável seja do governo, seja da oposição, independentemente do partido a que pertençam. O facto de nunca ter tido nem almejar qualquer carreira política, dá-me essa liberdade que eu prezo e uso!
 

Erro Crasso!

António José Seguro, falhadas as “negociações” com os partidos da maioria, regressou à estrada na sua interrompida campanha autárquica. Que na prática mais não é que a campanha de oposição ao governo garantindo que governar não é um jogo de cadeiras mas indicando a seguir que deveria ser antes um jogo de palavras. Como se o mais importante para Portugal e os portugueses em vez de uma inflexão nas políticas de austeridade fosse o significado que a palavra irrevogável possa ter.