Mário Lisboa

Recordar o coronel piloto aviador Gualdino Moura Pinto

Foram transmontanos que marcaram ao longo dos tempos, uma presença efectiva no desenvolvimento que, é hoje a Força Aérea Portuguesa.
Em Moçambique, nos anos 1962/1963, tivemos o privilégio de servir com um grande comandante, o então o tenente-coronel piloto aviador, Gualdino Moura Pinto, na recém formada Base Aérea número 10, situada na segunda cidade desta província ultramarina “A Cidade da Beira”.

De quando em vez

A Ilha Terceira, as LOW COST, e outras coisas a lamentar
 
Já por algumas vezes temos aflorado a razão da não ida á Ilha Terceira das empresas “LOW COST” da aviação civil, embora já muito anunciada pelo Governo Regional dos Açores, que, conseguiu para já pô-las em S. Miguel, com todas as vantagens daí inerentes para esta Ilha. A Ilha Terceira ficou á espera, e, pelos vistos sem qualquer prazo para que estes voos venham a acontecer nas Lajes.

A Matemática: factor crítico na escolha profissional

Nestes tempos que correm a matemática continua a ser um quebra-cabeças para os jovens.
Muitos cursos existem cm que as perspectivas de emprego estão quase fechadas. Psicologia, Antropologia, História, Sociologia, Direito, Línguas, Jornalismo, são alguns dos muitos exemplos desses cursos que têm como destino muito provável dos seus possuidores o desemprego, caso pretendam vir a exercer profissões dentro dos seus âmbitos.

De quando em vez

Os incêndios florestais e os meios aéreos para o seu combate
 
Todos os anos a esta parte, continuamos neste país em que vivemos a ser fustigados por dezenas de incêndios diários que, delapidam a nossa riqueza florestal, causando prejuízos incalculáveis.
Em 1982, já lá vão 33 anos, o Governo adquiriu equipamentos que foram adaptados  aos aviões C-130 (Hércules) da Força Aérea, que permitiam largar sobre os incêndios uma quantidade apreciável de calda retardante.

De quando em vez

O desenvolvimento do meio aéreo em Trás-os-Montes, e, o reatamento das carreiras Aéreas, Lisboa, Vila Real, Bragança e volta.
 
Como é sabido as duas melhores infra-estruturas aeronáuticas da nossa região: são os aeródromos de Vila Real e Bragança.
Assim, e neste contexto, as cidades de Chaves, Mogadouro, e Mirandela possuem aeródromos municipais, que, especialmente no Verão, têm um razoável afluxo de aeronaves dos mais variados tipos.

Os incêndios florestais e os meios aéreos para o seu combate

Todos os anos nesta época temos infelizmente um problema chamado incêndios.
Há cerca de 3 anos a esta parte, escrevemos um artigo sobre a EMA (Empresa de Meios Aéreos) situada em Ponte de Sôr, tendo como base o Aeródromo local, que funciona apoiado por um centro que, é constituído por uma sala de operações com cartas e informação sobre as manchas florestais e pontos de água existentes na zona, também, uma sala de refeições e outros apoios logísticos para que a sua missão seja levada a contento.

De quando em vez

O desenvolvimento de Trás-os-Montes e o reatamento das carreiras Aéreas
 
Desde Novembro de 2012 que nunca mais o avião Dornier da empresa Aerovip deixou de sulcar o espaço aéreo de Vila Real, e Bragança, procedente do Aeroporto da Portela em Lisboa.
Desde aquela data, até ao presente, vem sendo anunciado na Comunicação Social com grande estrondo, as carreiras aéreas em epígrafe, irão começar novamente, mas, com outro trajecto diferente do anterior.

De quando em vez

O telemóvel, um mal necessário
Num mundo em que vivemos, aparecem protagonistas que, pela sua especificidade, ultrapassam as pessoas que gostam de aparecer nas primeiras páginas dos jornais, ou, nos noticiários das televisões.
È o caso do telemóvel esse fenómeno das comunicações, esse objecto que, quando colocado nas mãos de alguém transforma-o, congelando qualquer situação por mais urgente que seja.

De quando em vez

O Triangulo das Bermudas, um mistério ainda por desvendar
 
Nos tempos em que vivemos muitas vezes se fala em acidentes aéreos, mais, desconhece que por hora voam milhares de aviões em todo o mundo sem haver um único problema grave em termos de segurança.

O Aeródromo de Vila Real e os ciclos da sua funcionalidade

 
 No inicio dos anos 80, sendo presidente da câmara de Vila Real, Dr. Armando Moreira, o Aeródromo da nossa terra começou a ter alguma visibilidade pelo interesse demonstrado com as carreiras do TAP Regional, as quais começaram a ligar as cidades de Bragança, Vila Real, Viseu até Lisboa, criando nos Vila-realenses expectativas quanto á utilidade do nosso Aeródromo, face á sua utilização em termos comerciais.