Mário Lisboa

O Aeródromo de Bragança e o desenvolvimento de toda a região envolvente.

Em 30 de Julho de 2008 a empresa AEROCONDOR, que nessa altura fazia as carreiras  aéreas entre Lisboa Vila Real Bragança, realizou o primeiro voo inaugural que ligou Paris a Bragança, com escala pela cidade Francesa de Agen (Toulouse).
De facto, a Câmara Municipal de Bragança, tem desenvolvido há uns anos a esta parte uma estratégia de desenvolvimento e melhorias do «seu Aeródromo Municipal », que culminaram com a ampliação da pista para 1700 metros e 23 metros de largura, o que permitiu outras opções operacionais, com aeronaves de médio porte (100/140 lugares).

O Aeródromo de Bragança e o desenvolvimento de toda a região envolvente

Em 30 de Julho de 2008 a empresa AEROCONDOR, que nessa altura fazia as carreiras  aéreas entre Lisboa Vila Real Bragança, realizou o primeiro voo inaugural que ligou Paris a Bragança, com escala pela cidade Francesa de Agen (Toulouse).
De facto, a Câmara Municipal de Bragança, tem desenvolvido há uns anos a esta parte uma estratégia de desenvolvimento e melhorias do «seu Aeródromo Municipal », que culminaram com a ampliação da pista para 1700 metros e 23 metros de largura, o que permitiu outras opções operacionais, com aeronaves de médio porte (100/140 lugares).

O Aeródromo de Vila Real e os ciclos da sua funcionalidade

No inicio dos anos 80, sendo presidente da câmara de Vila Real, Dr. Armando Moreira, o Aeródromo da nossa terra começou a ter alguma visibilidade pelo interesse demonstrado com as carreiras do TAP Regional, as quais começaram a ligar as cidades de Bragança, Vila Real, Viseu até Lisboa, criando nos Vila-realenses expectativas quanto á utilidade do nosso Aeródromo, face á sua utilização em termos comerciais.

O Aeródromo de Vila Real e os ciclos da sua funcionalidade

No inicio dos anos 80, sendo presidente da câmara de Vila Real, Dr. Armando Moreira, o Aeródromo da nossa terra começou a ter alguma visibilidade pelo interesse demonstrado com as carreiras do TAP Regional, as quais começaram a ligar as cidades de Bragança, Vila Real, Viseu até Lisboa, criando nos Vila-realenses expectativas quanto á utilidade do nosso Aeródromo, face á sua utilização em termos comerciais.

De quando em vez……

 
Irá acontecer a redução dos militares Americanos na Base Aérea das Lajes, Açores?
Nestes últimos dois anos, alguma Comunicação Social, quer em Portugal Continental, quer nas Regiões Autónomas dos Açores, têm procurado debater o anuncio de possível redução da presença militar Americana na Base Aérea das Lajes, conforme o titulo deste artigo de opinião. Quem conhece as Lajes, sabe, que não é só o aspecto militar que conta na nossa presença nesta Base Aérea.

De quando em vez: O que ainda não foi feito

Está mais do que provado que a politica e negócios não conjugam, grande parte da falência destes pais resulta do pessimismo defeito que se instalou, que é entregar a gestão de grandes regiões a políticos.
É raro encontrar-se uma empresa ou instituição gerida por (ex.) políticos que não dê para o torto.
Os duvidosos interesses que grassam na esfera politica, em aliança com os líderes de alta finança empresarial, são do piorio para uma economia saudável.

Um Português de Lei

No dia 15 de Outubro de 1982 faleceu um português de lei: Santos Costa. Já passaram 32 anos.
Serviu Portugal durante vinte de dois anos na qualidade de ministro, foi um patriota que amou o seu País com Fé, inteligência e saber. Dos altos serviços prestados à Nação é dever daqueles como nós que devotamos uma vida a causa da Força Aérea, que ele criou independente, em pé de igualdade como Exército e Armada.
Era um homem simples, austero, independente "de uma só cara e uma só fé".

A Força Aérea Portuguesa, de 1952 até ao presente (Parte I)

A Força Aérea Portuguesa cumpre as suas nobres missões há 62 anos, enquanto ramo independente das Forças Armadas, mas orgulha.se de uma história com mais de 10 anos de vida.
Na verdade, a Força Aérea Portuguesa é o ramo aéreo das Forças Armadas Portuguesas e, as suas origens, remontam a 1912, altura em que começaram a ser construídos os aviões do Exército e da Marinha.
Assim, foi a 1 de Julho de 1952 que as aviões do Exército (aeronáutica militar) e da Marinha (aviação naval) se fundiram num ramo independente, desde então denominado Força Aérea Portuguesa.

ESTE PAÍS EM QUE VIVEMOS

O Caso do Navio Atlântida – Açores –
 
Este Portugal está uma autêntica barafunda e já ninguém acredita em ninguém. Porquê?
 
A classe politica portuguesa conseguiu ao longo destes anos pós-25 Abril, criar um nível de descrédito, que se refletiu na percentagem de abstenção, indicador fundamental dos já passadas “Eleições Europeias”.