Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

A festa, o desporto e interação!...

Estamos em Agosto, em pleno verão! Tempo de festas e romarias, de férias e muitas alegrias, sobretudo dos emigrantes que nos visitam com positivas energias. Com certeza que não passa despercebida a multiplicidade de cartazes e anúncios televisivos, a publicitar festas e festivais, que habitualmente acontecem nesta época do ano, não esquecendo os tradicionais arraiais. Diria, até, neste contexto, tudo demasiado concentrado. Mas os tempos são mesmo assim, de aproveitamento dos efeitos do bom tempo e do regresso temporário à terra, ou às origens. E pronto, festa é festa!...

Volta, Volta…de Bicicleta!..

Confesso que não sou um aficionado pelo ciclismo, nem pelas bicicletas. Quem sabe, um dia destes, me entusiasme e também me dedique, ludicamente, à prática de uma qualquer modalidade decorrente do uso da bicicleta. No tempo, com tempo, tudo pode acontecer. Para começar, já tenho bicicleta, o que já é satisfação de uma condição imprescindível.

A tradição, a música, o azeite e o pão...

Sou de origem rural e com este meio mantenho uma estreita ligação, até porque me honram as minhas raízes e gosto muito da minha pequenina aldeia, Frieira. Saliente-se que se trata de uma antiga vila, com história e tradição. Considero-me daqueles que se lembram dos “caminhos velhos” porque tenho sempre “saudades da terra” e, na verdade, quando me é possível dou uma volta por esses caminhos, cada vez mais velhos e pouco calcorreados. Inerências dos tempos e das consequências do ritmo da economia e da vida.

Isto da bola...

Quando estamos a passar por mais um período do designado “defeso” da bola, seria justo que ficássemos “aliviados” do bombardeamento de notícias, reportagens, entrevistas… com que somos brindados por meios de comunicação, repetidamente, dizendo quase sempre a mesma coisa, pouco acrescentado ao nosso saber, não obstante muita outra, pouco clara, ficará por dizer.

Gerações do Concelho de Bragança encontraram-se na Senhora do Aviso

Tendo em conta a localização geográfica, bem perto da minha aldeia, Frieira, os laços sociais e religiosos que ligam ao Santuário, o facto de o meu pai estar presente, bem como os objetivos inerentes ao evento, marquei presença no XII Encontro de Gerações do Concelho de Bragança, que decorreu no passado Domingo, na Senhora do Aviso – Serapicos. E gostei.

Agora Chuto Aqui!...

Sem medo de serem felizes!...
 
“Sem medo de serem felizes” era o título de primeira página, que o Jornal de Notícias (JN) utilizou, no passado Domingo, para destacar o mérito da seleção nacional de Sub-21, na sequência do histórico triunfo sobre a poderosa Alemanha, (5-0), que permitiu aos jovens lusos a participação na final do Campeonato Europeu de Futebol, que decorreu na Republica Checa.

Reino Maravilhoso desconhecido País empobrecido!...

No mínimo, uma olhadela a um jornal diário é, para mim, quase indispensável. Com uma leitura mais ou menos pormenorizada, de um ou outro texto, diria que, estar minimamente atento ao mundo mediático/jornalístico, é um hábito quotidiano.

Agora Chuto Aqui!...Este mundo e…o outro!....

É com maior naturalidade, até em jeito desabafo, que ouvimos dizer, muitas vezes, que, este mundo está perdido.
Pois, pelos vistos, só conhecemos “este mundo”, aquele em que nascemos, crescemos, vivemos e, até, morremos. Sobre isso não restam dúvidas, a ninguém, presumo.

Festas sim…porque não?! … …mas com sustentabilidade e contenção.

Estamos a iniciar mais um período de festas populares. Falar de festas populares, festas do povo e para o povo, até parece fácil e sem necessidade de grandes contornos, ou considerações. Sendo um fervoroso adepto das festas, fui responsável e co-responsável, por diversas organizações festivas, quer na aldeia, quer na cidade de Bragança. Quem não se lembra, por exemplo, das prestigiadas Festas em Honra de Santo Condestável, em Bragança, nomeadamente das célebres Conferências incluídas no respetivo programa?!...  

O ressentimento!...

No dia a dia, somos confrontados por múltiplas atitudes, desabafos, formas de ser, sentir, estar e querer. Ouvimos apelos à liberdade, à solidariedade, à serenidade, à honestidade, à partilha e à justiça, ao cumprimento dos direitos, mas sendo esquecidos, muitas vezes, os deveres mais elementares.
Neste contexto, importa refletirmos sobre a forma como nos colocamos em relação à sociedade e ao modo como reivindicamos tantas coisas, tantas mudanças por fora, e nos esquecemos de mudar por dentro, arrumando o nosso interior.