Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

O Butelo e as Casulas Marca(m) Bragança

Depois de uma interessante campanha de promoção, terminou, no passado domingo, a Semana Gastronómica do Butelo e das Casulas que incluiu mais uma edição do Festival com o mesmo nome.
Não obstante estar ainda numa fase de crescimento e consequente desenvolvimento e afirmação, este evento gastronómico, sustentado na promoção e degustação do Butelo e das Casulas, está tornar-se um pólo gerador de motivos de interesse, sobretudo para quem não conhece estas iguarias singulares da terra fria do nordeste transmontano.

Agora Chuto Aqui!... Arnaldo Pereira, a seleção e o pavilhão

A cidade de Bragança e, particularmente, o pavilhão municipal terá vivido, na semana passada, um dos momentos desportivos mais interessantes da sua história. Naturalmente que não foi, sem dúvida alguma, dos mais entusiasmantes. Outros acontecimentos ali já tiveram lugar, onde foi evidente muito mais entusiasmo. Não podemos esquecer, por exemplo, os tempos áureos do Clube Académico e dos Pioneiros de Bragança.

O meu amigo, António

Escrever sobre amigos, que o merecem, e só merecendo o são, é algo que faço com agrado, quando e se for oportuno.
Para mim, escrever sobre um amigo é reforçar o caminho da amizade, é acreditar que as sementes do afeto, quando sustentadas nos seus valores imateriais, puros, têm uma força extraordinária na interação humana, é dar vida à minha alma, é ajudar desenvolver ambientes que potenciem a solidariedade.

Ano novo Mas também por dentro!...

Sempre que um termina e outro começa, é comum a troca de mensagens e desejos de que o novo ano seja repleto de coisas boas. Expressões, tantas vezes, sustentadas no cumprimento de meras formalidades interativas, mais ou menos criativas, mas que não passam disso mesmo. Circunstanciais, decorativas por fora, mas vazias por dentro.
Independentemente, da comunicação, na ocasião, o mais importante é o sentido da verdade e a valorização da amizade, mais ou menos próxima, que emerge e toca no coração.

Ano Novo, mas também por dentro

Sempre que um termina e outro começa, é comum a troca de mensagens e desejos de que o novo ano seja repleto de coisas boas. Expressões, tantas vezes, sustentadas no cumprimento de meras formalidades interativas, mais ou menos criativas, mas que não passam disso mesmo. Circunstanciais, decorativas por fora, mas vazias por dentro.
Independentemente, da comunicação, na ocasião, o mais importante é o sentido da verdade e a valorização da amizade, mais ou menos próxima, que emerge e toca no coração.

Uma escola de vida!...

O Mensageiro de Bragança completa 75 anos de vida. Parabéns!...
Lembro-me das suas reduzidas instalações limitadas a um pequeno cubículo, no edifício do Patronato. Era adolescente, mas interessado pelas questões da comunicação. Fruto, talvez, da minha ligação à E.P.S.A.- Izeda, orientada pela comunidade Salesiana.
Ainda hoje guardo essa imagem. É certo que, por vezes, as organizações não se medem pela sua dimensão, mas sim pela capacidade de se desenvolverem, crescerem e se tornarem apelativa e sustentadamente grandes.

Natal da minha meninice!...

É tão comum, quanto natural, falar ou escrever sobre o Natal, que muitas vezes, se banaliza e não se vive e analisa o seu verdadeiro significado.
Este ano, apetece-me escrever sobre a simplicidade do Natal da minha meninice. Passado e vivido numa aldeia, onde, na altura, não ainda não havia telefone, energia elétrica, rede de abastecimento água potável, ou mesmo qualquer ligação rodoviária. Talvez, por isso, afetivamente, o Natal, naquele nosso mundo rural, fosse vivido e sentido de maneira diferente.

O Natal e o desporto!...

Tal como a maior parte das pessoas, gosto do Natal. Gosto do Natal, pelo que é e pelo que representa, sobretudo ao nível espiritual, ético e afetivo. Porém, detesto toda a loucura consumista e oportunismo comercial que está associado à quadra natalícia. Até parece que se pensa em tudo, menos no que o verdadeiro espírito natalício significa, ou devia significar para as pessoas, para as famílias.

Lourenço, taxista em Paris!...

Uma das formas de nos fazermos presentes, de forma positiva, nos meios onde nos envolvemos e na relação com os demais, é vivermos e agirmos com seriedade, disponibilidade, responsabilidade e gentileza, não esquecendo a vontade, o querer e o empreender, o que representa um valor acrescentado para ultrapassar qualquer adversidade que tenhamos de enfrentar.
Ora, vem isto a propósito da forma como eu partilhei momentos da minha recente estadia em Paris, no âmbito da deslocação da Confraria do Butelo e da Casula à capital francesa.

Formação responsável e sustentável

Talvez mais do que nunca, a arrogância, está impregnada no espírito e na forma de ser de muitas pessoas. Uma boa parte delas, decorrente do evidente défice educacional e de urbanidade, têm muita dificuldade em aceitar com naturalidade opiniões desfavoráveis e não admitem críticas.
Com efeito, escrever sobre aspectos ligados à formação desportiva, quando é nesta vertente que se sustentam a maior parte dos subsídios institucionais atribuídos às colectividades, nomeadamente pelos municípios, mas que por estes nem sempre supervisionados, acaba por ser “arriscado”.