Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Uns ganham...porque ganham!... Outros...porque outros perdem!...

Depois de uma campanha eleitoral, pautada por debilitada discussão e deficitária inovação, deixando muitos esclarecimentos por esclarecer e muitas verdades por dizer, teve lugar, no passado domingo, mais um sufrágio autárquico.
Se no decorrer do verão festivo, se assistiu a uma “dança” de candidatos, que procuraram evidenciar elevado requinte técnico na especialidade, e alguma vaidade, não é menos verdade que não faltou a distribuição, em atacado, de beijos e abraços de modo a provocar singular emoção, como se mais alto não falasse o coração.

Instituições anarquizadas potenciam atitudes desbocadas

No mundo das organizações e, consequentemente, das instituições, públicas, privadas, ou que subsistem com apoios estatais, existem, naturalmente, leis, regras gerais e regulamentos internos específicos e adequados a cada caso, que devem ser, não só conhecidos por todos os colaboradores, como também devidamente respeitados.
Uma das referências básicas de um colaborador em qualquer organização onde preste serviço é conhecer as regras internas, compreendê-las e, sobretudo, respeitá-las.

A alegria na alegria festiva!

 Com o declinar do tempo quente de verão, caminhamos para a diminuição da popular intensidade festiva e, consequentemente, da alegria inerente e da especificidade da emoção.

Esplanadas sim… mas com regras...

O tempo quente de verão, entre outras coisas, potencia a motivação para passear ao ar livre e relaxar confortavelmente numa esplanada, sobretudo para refrescar, tomar um café, apreciar o movimento, ou interagir com o contexto social envolvente. Tudo isto faz bem ao físico e alegra a mente.
Pois é, precisamente, sentado na, devidamente instalada, esplanada da Gelataria “Sabores do Céu”, mais conhecida por “Lola”, que me surgiu a ideia de escrever sobre as esplanadas. Diria que se trata de um tema no tempo certo e num lugar indicado.

A intensidade do querer!... A responsabilidade do ser!...

 
Às vezes há momentos assim. Não nos apetece, ou não nos sentimos suficientemente motivados para fazer isto ou aquilo. Para quem o faz com regularidade, percebe muito bem que, escrever, pelos menos com alguma criatividade, nem sempre se consegue, sobretudo quando do baú das ideias não surgem aquelas que precisamos no momento certo e de forma adequada.
O dia de hoje é um daqueles em que as ideias para a escrita me parecem limitadas, o que condiciona, inerentemente, a minha motivação.

Incêndios Antes prevenir que…remediar!...

De modo mais acentuado no tempo quente e seco, ou seja no verão, são frequentes e até, nalgumas situações, arrepiantes, as notícias/reportagens dando conta de incêndios de maior ou menor gravidade, neste ou naquele local.
Recentemente, o Nordeste Transmontano foi foco de um grande incêndio, que queimou e devastou muitos hectares de com plantações diversas, chegando a causar estragos consideráveis em zonas habitacionais. Foi, na verdade, um grande drama e perda significativa do nosso património biológico.

Os jeireiros da bola

Quem tem ligações ao meio rural e à atividade agrícola, sabe muito bem o que é ser jeireiro, ou mesmo jornaleiro.
“Andar à jeira” é muito comum na atividade agropecuária, recebendo os jeireiros/jornaleiros, no final do dia, a sua jorna, ou seja, a retribuição do esforço e do seu labor diário, na sequência das tarefas que lhe são propostas pelo patrão. Toda gente sabe o valor monetário da jeira.

Os clubes e os treinadores

Não obstante os meios financeiros que a ele estão associados, cada vez mais, nos tempos que correm, o mundo do futebol funciona num contexto de imprevistos, de incertezas, e até de relativa incompreensão.
Como é hábito dizer-se, no futebol, tal como na política, o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira, levando a concluir que, mesmo tratando-se de uma actividade desportiva, está repleto de ambiguidades, de contradições e, sobretudo, de falta de credibilidade. Bem diferente, portanto, da filosofia inerente aos princípios elementares do desporto.

As festas, a religiosidade e a legalidade

A maioria dos Santos, em Portugal, é celebrada na primavera ou no verão. Estamos, por isso, de novo, a vivenciar mais um ciclo festivo. É certo que algumas festividades já se realizaram, mas é, a partir de agora, nos meses mais quentes do ano, que se verifica a realização mais intensa das atividades festivas, quer seja no meio rural, que no meio urbano. Talvez fosse melhor que as datas festivas fossem mais distribuídas ao longo do ano celebrando-se as (os) Santas (os) Padroeiras (os) nos dias que a Igreja institucionalizou.

Prevenir o risco e tratorizar em segurança

 
O surgimento da componente mecânica veio revolucionar toda a atividade humana, sendo, a agricultura, uma delas.
Chegando, na primeira metade do século passado, à nossa região, o trator veio dar uma nova dimensão e alento à atividade agrícola, porquanto se trata de uma máquina polivalente, que permite realizar um conjunto significativo de tarefas, que potenciam ganhos importantes, diria mesmo, determinantes, no contexto de uma agricultura moderna e desenvolvida.