Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Mudar, continuar ou recomeçar!...

Quando um termina e outro começa, é hábito celebrar essa transição, numa perspetiva de mudança, ou recomeço, sendo certo que não se tratará mais do que um simples continuar. A mudança de ano não será, no essencial, mais do que uma mera alteração de calendário. Certamente que mudanças e recomeços, acontecem, até pelas formalidades de novos orçamentos, novas leis, etc. Porém, a vida continua, as pessoas são as mesmas e as relações interativas acabam continuar da mesma forma, acontecendo, simplesmente, do modo como queremos e nos colocamos a “jeito” para que aconteçam.

O Natal e a velhice institucionalizada

Confesso não gosto da palavra “velho”. Na verdade, nunca gostei. Porém, desde a concepção, ficar menos novo, envelhecer, está inerente à caminhada da vida. E ninguém escapa. A cada segundo que passa, ficamos menos novos…envelhecemos!...

Sem mentes confundidas nem… …Lâmpadas fundidas!...

Nesta altura do ano, numa época tão especial quanto sentida, falar ou escrever sobre o Natal, o seu significado, as suas tradições e a inerentes emoções, acaba por constituir uma normalidade numa informalidade instituída.
A palavra NATAL passa, assim, a liderar o ranking das mais utilizadas. Talvez sem a desejável reflexão, sustentada com a “verdadeira” vida, ou seja com a genuína energia do amor, emergente do coração. Banalizar a palavra NATAL, pode conduzir-nos a um desvio reflexivo e a um desleixo sem sentido.

Fumar dá que pensar!...

Esclareço que sou, inequivocamente, contra o consumo tabaco. Nada me move contra as pessoas que fumam, cujo vício me custa a entender, mas que respeito. Só que, diga-se, em abono da verdade, os efeitos decorrentes do fumo do tabaco, para além dos malefícios que causam nos consumidores, acabam sempre por causar danos transversais, irreversíveis mesmo àqueles que não fumam, e ao próprio ambiente.

Alcaparras!...

Falar ou escrever sobre a identidade rural, as origens, os produtos da terra, é algo que me motiva, entusiasma e alegra a alma. Este “púlpito” tem sido reflexo disso mesmo. Da expressão da minha identidade com a “terra”, com as tarefas e produtos agrícolas, com as atividades socioculturais e a gastronomia regional, numa envolvência potenciadora de alegria e energia para a vida.

Escuteiros!..

Apesar de nunca ter integrado o movimento escutista, tenho uma representação positiva das atividades e forma de estar associativa e socialmente, do mesmo.
Essa representação acompanha-me desde os tempos de criança, quando frequentava o ensino escolar nos Salesianos. Ainda hoje me acompanha a pena de não ter integrado esse movimento. Circunstâncias da vida.

Agora Chuto Aqui! . . .

Formação sustentável! . . .
 
A qualquer nível ou em qualquer setor de atividade é na formação que assenta a sustentabilidade em relação ao futuro.
E escrever sobre aspectos ligados à formação desportiva, quando é nesta vertente que se sustentam a maior parte dos subsídios institucionais atribuídos às colectividades, nomeadamente no que toca aos atribuídos pelos municípios, mas que por estes nem sempre supervisionados, torna-se, ainda mais “arriscado”.

Fazer aguardente!...

Quem viveu de forma participada e intensa as diversas tarefas agrícolas e mantém com o meio rural uma ligação “umbilical”, nunca esquece o passado, mantendo este sempre atual. Com efeito, também eu me incluo nesta forma de ser, pensar e estar, não obstante acontecer no meio citadino a sustentabilidade do meu laborar.

Fazer aguardente!...

Quem viveu de forma participada e intensa as diversas tarefas agrícolas e mantém com o meio rural uma ligação “umbilical”, nunca esquece o passado, mantendo este sempre atual. Com efeito, também eu me incluo nesta forma de ser, pensar e estar, não obstante acontecer no meio citadino a sustentabilidade do meu laborar.

Ajudar de forma exemplar!...

No quotidiano de cada uma de nós, há experiências positivas que nos marcam, sensibilizam, alegram e nos deixam otimistas em relação à vida, às pessoas e ao seu espírito solidário. Um estado de espírito positivo permite viver a vida com mais alegria, entusiasmo, ânimo e boa disposição, valorizando a simplicidade e a espontaneidade.