Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Agora Chuto Aqui!... F. C. Mãe D`Água…no feminino!...

Sábado, 23/10/2015. Poderia ser um dia em que os afazeres pessoais ou sociais me preenchessem a tarde. Invulgarmente, não foi o caso.Com efeito, depois de tomar o meu café da tarde, numa das mais conceituadas pastelarias brigantinas, do grupo Veneza, acabei por dar uma volta pela cidade. Afinal, o território urbano brigantino está carente de gente, que se movimente.

A esquerda e a direita!...

Sempre entendi que a atividade política deve ser um nobre exercício de cidadania e um singular exemplo ao nível da formação cívica, da educação, da honestidade e do respeito pelo “outro” e pelos seu valores, sobretudo pelos eleitores, numa perfeita sintonia e convergência de promoção da urbanidade, da motivação e do bem-estar, individual e coletivo, de forma transversal e inequívoca.

Da palavra ao compromisso!...

Se o tempo meteorológico influencia o nosso humor e a nossa satisfação interior, não é menos verdade que no tempo calendarizado há momentos em que, qualquer ser humano, por mais paciente e resignado, acaba por sentir cansado… saturado. Sim, por exemplo e sobretudo, depois de um período eleitoral, em que fomos bombardeados de tanto discurso diferente, mas que parece tão igual, para tanta gente.

Agora Chuto Aqui!... As organizações e as formações

A forma como nos organizamos e as atitudes que tomamos, quer a nível individual, quer social, institucional ou associativo, assumem grande relevância no que podemos esperar da vida, no que esta nos pode dar, ou seja, o que teremos será o resultado daquilo que fazemos e do modo como nos comportamos e comprometemos com os nossos desafios.

Ideia Santa…Casa de Misericórdia!....

No nosso quotidiano deveria dar-se mais ao ditado popular, “Vale mais prevenir do que remediar”. Se esta filosofia de atuação fosse colocada em prática, muito do que acontece de mal certamente se evitaria.

Longevidade na desportiva...

Falar sobre os benefícios da prática desportiva é já uma prática tão comum quanto generalizada no quotidiano de cada um. Porém, nem sempre a teoria se aplica na prática, por motivos de vária ordem. Por vezes até de desordem na organização e planeamento da vida, que serve como desculpa entretida. Por outro lado, a falta de espaços com condições adequadas, bem como a sustentabilidade contínua de coesão interna na vida associativa, levam a que, em muitos casos, a vivacidade de grupos teoricamente constituídos, acabe por ficar perdida.

Meteorológicas (In) Consciências!...

Desviando-me um pouco do que aconselha Enrique Rojas, “Numa tarde de chuva mergulhe num bom livro e deixe-se levar”, aproveitando a tarde chuvosa que, felizmente, hoje se faz sentir, depois de um período de tempo quente e de seca evidente, decidi escrever sobre isso mesmo, a chuva.
Acredito que a maior parte das pessoas conhecerão o ditado popular, “Sol na eira e chuva no nabal”

Por causa de um cão?!...

A vida é mesmo assim!...Não imaginara, na semana passada, quando me propus escrever sobre a “Vida de Cão”, que voltaria a este tema relacionado com o fiel animal doméstico, tão depressa. Longe disso, sobretudo pelas razões que se conhecem. Ou seja, por aquelas que foram mediaticamente divulgadas e que, alegadamente, terão estado na origem do tão trágico desfecho, de que resultaram três vítimas mortais, na Quinta do Conde, em Sesimbra. Não sei quais as motivações, mas percebi que a mediatização descarregou, simplesmente, num pobre cão.

Dérbis com urbanidade!

No que ao desporto diz respeito, sobretudo no domínio do futebol, falar de um dérbi é potenciar o interesse relativo a uma partida de futebol entre duas equipas, que representam dois clubes da mesma área geográfica, portanto vizinhas, e que disputam a mesma prova. Independentemente do valor de cada uma e do lugar que ocupam no respectivo campeonato, um dérbi tem sempre uma motivação acrescida, até porque se torna mais difícil adivinhar quem vai ganhar.
 

Vida de cão!...

Já por diversas vezes pensei em abordar este assunto. Porém, sem saber bem a razão, este meu propósito tem sido negligentemente adiado. Percebo que se trata de um assunto que, como tantos, agradará a uns e desagradará a outros, mesmo tendo em conta que a frontalidade que tanto se valoriza, é aplaudida quando convém, ou agrada, na mesma proporção em que é censurada quando não cai “goto”, o que é revelador de ambiguidades e hipocrisias.