Região // Solidariedade de concelho em concelho Por: / Secção: Actual / 23-09-2009 · 1 comentário(s) Imprimir Enviar a um amigo
Iniciativa pretendeu consciencializar as pessoas para a causa socialA “Chama da Solidariedade” espalhou um espírito de entreajuda por seis concelhos do distrito de Vila Real, percorridos entre 15 e 19 de Setembro. Também os distritos de Braga e Viseu receberam a tocha, em que objectivo passou por promover a causa solidária e por mostrar o esforço concertado entre as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Numa iniciativa da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, em parceria com a União Distrital das IPSS de Braga, Vila Real e Viseu, a “Chama da Solidariedade” teve como principal objectivo “transmitir a identidade das instituições sociais” que, na opinião de Anabela Santos, uma das colaboradoras da União Distrital das IPSS de Vila Real, “pouco resta”, afirmando que cada vez mais são retiradas “algumas regalias, como a isenção de impostos”. O percurso desta iniciativa iniciou-se, no passado dia 15 de Setembro, na povoação de Cambedo, em Montalegre, que recebeu a “chama” da vizinha cidade de Barcelos, em Braga. Depois, a tocha seguiu para Chaves, onde pernoitou, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Santa Marta de Penaguião e Peso da Régua. No concelho reguense, a chama foi transportada pelos Bombeiros Voluntários até à outra margem do rio, onde saiu para a freguesia de Cambres, distrito de Viseu, que recebeu a Festa da Solidariedade. Na passagem por Santa Marta de Penaguião, a chegada da “Chama da Solidariedade” atraiu alguns curiosos. O primeiro a recebê-la foi o presidente da Câmara Municipal que, após percorrer algumas ruas da vila, a entregou à Associação 2000, seguindo-se o Centro Social e Paroquial de São Miguel de Lobrigos e a Fundação Asilo Luís Vicente. No término da iniciativa, o autarca penaguiense, Francisco Ribeiro, afirmou que “não podia faltar” a uma manifestação desta índole, assegurando que estará “sempre presente, imbuído num espírito capaz de dotar aqueles que necessitam de melhores condições de vida”. Esta passagem tornou-se fundamental para as “pessoas interiorizarem a necessidade de o ser humano ser solidário com o próximo e com aqueles que mais precisam”, confessando que se sentiu “muito orgulhoso” ao transportar a “chama”, sentindo uma “vontade redobrada” para ajudar os que mais carecem de cuidados, num “mundo cada vez mais conturbado e injusto”. O trabalho desenvolvido pelas instituições mereceu também destaque do presidente do município, garantindo que têm funcionado “muito bem” e que têm feito um “trabalho meritório em prol dos mais necessitados”.

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1 Comentário
Mais uma vez, a tal "cidade capital" ficou à margem; porque seria?
Não há necessidades ou "esquecimento" da autarquia?