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Intervenção prevista para o Jardim António José de Almeida não é consensual

Glória Lopes em Qui, 25/05/2017 - 09:51

A apresentação pública da intervenção que a cidade de Bragança vai sofrer na zona do Jardim António José de Almeida e área envolvente, no âmbito da execução do projeto Espaço do Artesão e Centro Comercial ao ar livre, é reclamada pelos arquitetos que ficaram em terceiro lugar no concurso de concepção lançado pelo município. 
João e Mário Ortega, pai e filho, autores do projeto classificado em terceiro lugar, desafiam o presidente da câmara de Bragança a proporcionar um debate aberto à população sobre as obras que serão executadas no Jardim António José de Almeida e zona envolvente, nomeadamente na zona didática do Polis, Rua Alexandre Herculano e Rua da República, para que a população seja devidamente esclarecida. “A intervenção numa zona com esta dimensão, com a qualidade e a história do Jardim José de Almeida, e Ruas da República e Alexandre Herculano, deveria ser sempre sujeita a um debate público, porque a cidade é nossa, é de quem a habita. Não é de nenhum arquiteto iluminado, nem de nenhum presidente de câmara. A cidade é de quem a habita e eu não posso demitir-me de a habitar porque o faço por opção”, esclareceu João Ortega.Enretanto, os arquitetos contestam ainda "o não cumprimento do anonimato como exigência concursal, visto que na plataforma de submissão dos projetos surgem elementos identificativos dos autores das propostas nos PDF", referiu João Ortega.Situação semelhante sucedeu com o concurso do projeto do Museu da Língua Portuguesa. 
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