Desporto // Entrevista a Pizzi

“Tenho várias propostas de Portugal e Espanha”

DV em Sex, 03/01/2014 - 12:11

É com a mira centrada no Mundial de 2014, a realizar no Brasil, que Pizzi faz contas ao seu futuro. A sua presença entre os 23 eleitos por Paulo Bento é um desejo há muito assumido pelo atleta contratado pelo Benfica no último defeso. O seu empréstimo ao Espanhol de Barcelona já viveu melhores dias e o atleta brigantino está consciente que, caso a situação não se altere, dificilmente fará parte da caravana lusitana que rumará ao Brasil. Em noite de jogo solidário, Pizzi abriu o livro, em exclusivo ao Mensageiro.

Mensageiro de Bragança: Que balanço faz deste jogo solidário com o Arnaldo Pereira?
Pizzi: O balanço é muito positivo. É a segunda vez que organizamos este jogo e as pessoas continuam a aderir em grande número e, na verdade, estamos todos muito contentes. Foi um momento de diversão para todos, quer para os atletas, quer para as pessoas que vieram assistir ao jogo e dar o seu contributo. O objetivo era ajudar aqueles que mais precisam e isso foi conseguido.

MB: Podia ter poupado um pouco nos golos ...
Pizzi: É uma forma de dar espetáculo às pessoas que vieram assistir a este jogo. Assim, caso aconteçam mais iniciativas do género, ficam já a saber que se trata de um bom espetáculo de futebol.

MB: E o mundial de 2014 no Brasil. É um objetivo?
Pizzi: Eu vou continuar a trabalhar todos os dias como até aqui, com esse objetivo de poder estar no mundial e de que o Mister Paulo Bento me chame par o Mundial. Sei que vai ser complicado mas vou sempre dar o máximo para conseguir isso.
MB: Como lida com a concorrência? Ronaldo, Nani...
Pizzi: É muito complicado na minha posição. É onde, possivelmente, se encontram os melhores jogadores em Portugal, mas como já disse vou continuar sempre a trabalhar para conseguir jogar bem e ser opção. Se isso não acontecer não vou ficar desiludido, porque o mais importante é sempre melhorar.

MB: Depois da equipa das quinas ter sido finalista no Euro 2004 e dos bons resultados que se seguiram. Achas que vencer o próximo mundial é possível?
Pizzi: Claro. Qualquer seleção entra para o Mundial com o objetivo e o sonho de chegar o mais longe possível. Nós não somos diferentes e vamos ao Brasil com a ambição de ir o mais longe possível. Se isso implica chegar à final e vencê-la seria muito bonito para os portugueses.
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