O Aeroporto Sá Carneiro mais um

Nestes dois últimos anos o Aeroporto em título teve um aumento exponencial no tráfego aéreo que o demanda.
Ultimamente, até a Lufthansa, passando o Porto a receber 118 voos semanais,             mais 28 voos do que em período análogo de Inverno dos anos passados (2016/2017).
Para além dos aumentos que se irão registar, na ligação, Porto-Munique e Porto-Frankfurt, temos também a substancial presença das low-cost, Rynair e Eseajet que já entraram no quotidiano da funcionalidade do Aeroporto Sá Carneiro. Por outro lado, a força da Região do Douro em termos de turismo é apoiada por melhores acessibilidades, onde o meio aéreo entra através do Aeroporto SÁ Carneiro que não tem um aeroporto alternante no Norte do País.
Mais por razões meteorológicas desfavoráveis ou outras imprevisíveis, que podem acontecer sem aviso, as aeronaves com destino ao Sá Carneiro, serão desviadas em segurança para Lisboa, Faro ou Madrid.
Em face do atrás exposto, se em Trás-os-Montes existisse uma infra-estrutura aeronáutica para ser considerada alternante do Aeroporto Sá Carneiro, poderia ser o princípio da dinamização aeronáutica comercial na região e favorecendo também a cidade do Porto.
Assim, perante a situação atual os aeródromos de Bragança e Vila Real, se devidamente melhorados seriam capazes de responder a esta nossa proposta com eficácia para aeronaves de meio porte.
As duas cidades acima referidas dispõem de estudos devidamente fundamentados para valorização dos aeródromos que as servem.
Há que pensar nisto para bem de Trás-os-Montes, propondo a quem de direito um estudo completo e célere desta situação, bem como a reactivação das linhas férreas do Corgo, Tua e Sabor, componente indispensável para a amostragem da Região, como também um antídoto contra a desertificação que é infelizmente um facto ainda sem solução