Uma economia que mata

O Papa Francisco caracterizou, através da sua exortação ao Mundo e, particularmente à Igreja, o atual estado da sociedade global, onde a globalização da indiferença fez do egoísmo, da segregação social e do controlo dos circuitos da finança a maior praga de exclusão e pobreza, onde cada pessoa é uma coisa, um número, ou apenas um resíduo de um mecanismo a que alguns se atrevem a chamar de economia do conhecimento e dos intangíveis.


O fim do Euro??

A eurolândia a que os alvores dos idos anos 90 do século passado faziam referência como sendo o espaço onde se reuniam, ao fim de séculos de lutas sangrentas e juncadas de cadáveres, os povos mais cultos e mais desenvolvidos do mundo deixou de ser um modelo de referência e é hoje, muito provavelmente, o símbolo de uma agonia que resulta de um processo de autoenvenenamento compulsivo.