Uma economia que mata
O Papa Francisco caracterizou, através da sua exortação ao Mundo e, particularmente à Igreja, o atual estado da sociedade global, onde a globalização da indiferença fez do egoísmo, da segregação social e do controlo dos circuitos da finança a maior praga de exclusão e pobreza, onde cada pessoa é uma coisa, um número, ou apenas um resíduo de um mecanismo a que alguns se atrevem a chamar de economia do conhecimento e dos intangíveis.
