Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Emoções ao rubro… Eleições a VOTO!.

As eleições autárquicas estão à porta. Um Outubro é o dia agendado para a sua realização. Embora sem o cunho formal, há muito que, na prática, começou a campanha eleitoral. Com efeito, até ao encerramento, serão muitas as arruadas, as concentrações, as refeições, as festas, as discussões, as entrevistas e outras reuniões, com generosa, mas nem sempre muito esclarecedora, cobertura da Comunicação Social. Boa ou má, propaganda não vai faltar por aí, certamente, mesmo que nem sempre se torne amiga do ambiente.

As malhas, os trilhos e os malhos!...

Contextualizado no silêncio tão relaxante, quanto o encantamento natural da ruralidade da aldeia, vieram-me à lembrança, os tempos das malhas, em Frieira!.. Das malhas com malhos, dos trilhos, da malhadeiras, das eiras, das inerentes canseiras e poeiras, sem esquecer, também, as divertidas e criativas brincadeiras. Tempos que já lá vão, mas que permanecem na minha memória, não só pela faina em si própria, que preenchia os dias de verão, mas também pela própria história, e tantas histórias vividas e sentidas, jamais esquecidas, que ainda hoje recordo com singular emoção.

Compromisso!...

Vivemos numa sociedade repleta de compromissos e azáfamas. Revelamo-nos ansiosos, sem nos encontramos, fomentando um ativismo desenfreado, assoberbado tarefas, tantas vezes inúteis e pouco direcionadas para a VIDA, numa incessante corrida atrás do tempo, sem tempo para o que VERDADEIRAMENTE nos faz falta. Assim, no embrenhado labirinto das vivências pessoais e socais, o essencial, o compromisso com sentido da vida, acaba por ficar, tantas vezes esquecido, ou mesmo ignorado. Compromisso, esse, que deve acontecer, sobretudo, connosco próprios, emergindo do sentido que queremos dar à vida.

Um simples reparo!...

Entre outras atividades, no âmbito das comemorações do 25.º aniversário, o canal televisivo, SIC, emitiu, desde a Praça da Sé, em Bragança, uma edição do Jornal da Tarde, no decorrer da semana passada. 

O regresso da saudade!...

Estamos no verão, tempo de férias, dos dias mais compridos, repletos de sol quente, de elevada temperatura ambiente, que convidam ao lazer, à boa disposição à interatividade positiva e às festas populares, cumprindo-se a tradição, pois então.

Valorizar o Pão!...

Talvez por ter nascido e crescido no meio rural/agrícola, tenho por esta atividade uma especial atenção e interatividade. Que valorizo e respeito, admirando as pessoas, sobretudo jovens, que ousam nesta área empreender e levam a peito. Pelo sacrifico e dedicação que implica, porque a tarefa é exigente e o risco permanente. Os agricultores devem ser referências a ter em conta, não só pela labuta produtiva, mas também pela inegável contribuição para sustentabilidade ambiental.

As Segadas!…

Estando, o pão, presente no quotidiano das nossas vidas, o cultivo do cereal faz parte das vivências rurais e da sustentabilidade agrícola. Hoje, muito menos que no passado, é certo. Isto, porquanto os estilos de vida e a atividade económica se alteraram profundamente. O que não retira importância ao “Pão-nosso” de cada dia, que assume relevância determinante na celebração Eucarística.

Uma lição de... História da arte, com “arte” própria!...

Já participei e assisti a inúmeras apresentações, aulas, palestras, declamações do ser e do saber. Com variadas gentes e especificidades inerentes.

Bragança fica Aqui!...

Considero-me um dos brigantinos que mais promove e divulga, positivamente, a cidade e o nordeste, nos mais variados aspetos. Quem me conhece sabe que esta filosofia de defesa da nossa região está em mim, faz parte de mim, corre nas minhas veias, reside no pensamento, emergindo a cada momento. Assim, com a inerente identidade e decorrente naturalidade, não me cansarei de escrever ou falar do que é nosso, esteja onde, como e com quem estiver. Sem subserviências, nem constrangimentos.

Irresponsabilidades pilatianas!...

Já várias vezes escrevi a propósito dos incêndios, dos seus efeitos negativos, quer ao nível da materialidade, quer da imaterialidade individual e coletiva. Das marcas que marcam e não desmarcam, dos reflexos profundamente condicionadores, na vida e nas vidas de muitas famílias e comunidades. Do luto, da reorganização e da prevenção, evitando a devastação.