De quando em vez

O desenvolvimento de Trás-os-Montes e o reatamento das carreiras Aéreas
 
Desde Novembro de 2012 que nunca mais o avião Dornier da empresa Aerovip deixou de sulcar o espaço aéreo de Vila Real, e Bragança, procedente do Aeroporto da Portela em Lisboa.
Desde aquela data, até ao presente, vem sendo anunciado na Comunicação Social com grande estrondo, as carreiras aéreas em epígrafe, irão começar novamente, mas, com outro trajecto diferente do anterior.
Assim, o que poderá reatar este indispensável serviço, passará também por Viseu não escalando o Aeroporto da Portela mas sim de Tires (Cascais) terminando no Algarve no Aeródromo de Portimão.
Nesta data em que escrevemos, desconhecemos, se, o concurso público inerente a esta problemática, já aconteceu, dada a proximidade por parte das entidades competentes que seria o mês de Junho o retomar das já muito faladas carreiras aéreas.
Ainda, e dentro das acessibilidades de e para Trás-os-Montes, no passado dia 15 de Maio, no âmbito das «Comemorações dos 75 anos do Jornal Mensageiro de Bragança», teve lugar no auditório «Nerba» ( Núcleo das Empresas de Bragança), com o tema: Que futuro para o interior?.
Neste Fórum, que decorreu com muita animação, estiveram, entre outras individualidades participantes o Professor Dr. Adriano Moreira, o qual defendeu com a habitual sabedoria a que nos acostumou, que é sempre digno de referência.
 Finalmente, sabe-se, que as Câmaras Municipais de Vila Real e de Bragança, têm desenvolvido no sentido das companhias Aéreas Low Cost ( Raynier e Easyjet) possam a resolver a uma melhor dimensão o Transporte Aéreo no interior do País.
Nesta sequência de raciocínio já estão a funcionar as carreiras Aéreas para os Açores levadas a cabo (Raynier e Easyjet) procedentes de Lisboa com custos que ultrapassam a nossa compreensão. Esta viagem de ida e volta cifra-se em 49.80 Euros. Custa a acreditar.
Com o Verão á porta espera-se, que os Aeroportos de Vila Real e de Bragança, possam ser utilizados em termos de carreiras Aéreas pelos milhares dos nossos emigrantes nos sempre esperados regressos ás suas terras e famílias.