Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Lusitanidade em Paris!...

No âmbito das minhas responsabilidades ao nível da Confraria do Butelo e da Casula, acompanhado por mais cerca de três dezenas de confrades, estive, no passado fim-de-semana, na capital francesa.
Independentemente do êxito, ao nível de outras atividades, no domínio da promoção e divulgação do Butelo e da Casula, bem como de outros produtos nordestinos e da própria região, não posso deixar de consagrar um texto ao facto de termos sido recebidos na Câmara (Maire) de Paris.

Ideia feliz - Promover produtos regionais em Paris!

 
No quotidiano social em que vivemos, perante os múltiplos desafios que enfrentamos, sobretudo ao nível da sustentabilidade económica, encaixa, na minha opinião, muito bem, a conhecida frase: “pior do que ter falhado é nunca ter tentado”.

Agora chuto aqui: Chicotadas psicológicas

 
Tal como outros mundos, o mundo do futebol funciona num contexto de imprevistos, de incertezas, e até de relativa incompreensão.
Com efeito, no futebol, tal como na política, o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira, levando a concluir que, mesmo tratando-se de uma actividade desportiva, está repleto de ambiguidades, de contradições e, sobretudo, de falta de credibilidade. Bem diferente, portanto, da filosofia inerente aos princípios elementares do desporto.

A ideia de voluntariar na Cadeia!...

Há quem diga que na vida nada acontece por acaso. De certo modo, também eu acredito nessa ideia, sobretudo quando faz do conhecimento e da interação pessoal um ponto de partida para uma amizade sustentadamente vivida, sentida e partilhada com valor acrescentado e colocada ao serviço do “outro”.
Neste contexto, há muitas histórias que, positivamente, nunca esquecemos, porque potenciaram amizades que mantemos.
Vem isto a propósito da amizade que me liga, desde há muito anos, ao senhor António Machado, mais conhecido como o “Machado da Tranquilidade”!...

Opinião!... Turistar até... ….Torre de Moncorvo!...

 
O gosto pela descoberta, que nos permite ousar e entrar no desconhecido, é potenciador do conhecimento e gerador da interação positiva, dando oportunidade de testar novas ideias, adquirir novas aprendizagens, estimulando a liberdade, o empenho do investimento pessoal e a confiança com que nos abrimos aos outros.
É, pois, importante potenciar motivações e criar condições para que as realizações aconteçam num contexto de partilha da vida, com vida, tanto quanto possível, com valores positivos acrescentados, para o nosso crescimento e conhecimento.

Formação como critério de gestão!...

As coletividades desportivas, tal como outras organizações, para sobreviverem de forma sustentável e socialmente harmoniosa, têm necessidade de adotar um critério de gestão de acordo com as realidades socioeconómicas e culturais em que se inserem. Se assim não for, os objetivos inerentes à sua sobrevivência acabam por ser completamente desvirtuados e, portanto, sem cumprirem a sua função, sobretudo ao nível da responsabilidade social.

Os tratores agrícolas e os acidentes

Tendo em conta a ruralidade da nossa região e a atividade agrícola inerente, somos, frequentemente, confrontados com notícias que dão conta de acidentes relacionados com as máquinas que operam no âmbito deste setor produtivo.

De entre os inúmeros acidentes, mais ou menos graves, destacam-se aqueles que ocorrem envolvendo os tratores agrícolas.

Despedimentos milionários!...

Que o futebol deve ser uma autêntica festa do desporto, já todos sabemos. Aliás, teoricamente, ninguém terá dívidas sobre a bondade inerente ao espírito e à atividade desportiva, quando tudo acontece de boa fé e sustentado na justiça social.
Além de outros aspetos, as bandeiras do desportivismo devem potenciar os valores da convivência pacífica entre todas as pessoas, da união dos povos, da rejeição do racismo e da desigualdade laboral e económica.

Lutas…chegas e... …ambiguidades!...

Longe vão os tempos em que o quotidiano do mundo rural proporcionava inúmeras experiências e acontecimentos que, agora, apenas fazem parte do baú das nossas memórias.
Refiro-me às décadas de 60/70, do século passado, durante as quais vivi a minha meninice, infância e adolescência. Era tudo tão diferente!... Mas uma coisa importante não faltava, era alegria na “gente”!... Tanta história, tanta aventura para contar …
Bom, mas o que me apetece recordar hoje, é a envolvência inerente à ida dos bovinos para os lameiros, ou como se dizia, ir com as vacas para o lameiro.

Desequilíbrios potenciados … …em desfavor dos mais necessitados!...

Nos tempos que vivemos, contextualizados numa azáfama diária, não conseguimos arranjar tempo para parar, pensar e refletir sobre o que somos, onde estamos e para onde, na verdade, interessa ir. Porque tudo muda de um dia para o outro. Mesmo os nossos interesses mediáticos.
Uma vida com muitas tarefas para cumprir, consequentemente, distraída e desconcentrada, acaba por aniquilar a capacidade de imaginar, de pensar, idealizar, ouvir, ver e criticar, construtivamente, acaba por se afastar destes aspetos esses essenciais a uma existência e convivência saudáveis.