Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Ainda a propósito dos incêndios... Prevenção evitando a devastação!...

Diz o povo, e com razão, que “é melhor prevenir que remediar”. Ninguém tem dúvidas disso, como já não tinha Erasmo, que, no início do século XVI, eternizou essa afirmação.
No capítulo dos incêndios, parece passar-se um pouco de tudo isto. As dúvidas subsistem e ninguém as clarifica.
Causadores de inúmeras devastações, com prejuízos enormes, a todos os níveis, tantas vezes irreparáveis, os incêndios acabam por ser uma forma que a natureza tem para falar connosco e nos levar a pensar, seriamente, sobre o modo como a tratamos e cuidamos do ambiente envolvente.

Os incêndios… negligências sem consequências!...

O tempo quente de verão, potencia grandes manchetes noticiosas decorrentes de acontecimentos, quase sempre negativos e, muitas vezes, catastróficos, relacionados com os incêndios.

Agora chuto aqui: Desporto nas Festas da Cidade

As ideias surgem de forma espontânea, onde quer que estejamos. À mesa do café, num contexto meramente circunstancial, surgem, por vezes, ideias que, passadas à prática, acabaram por constituir o ponto de partida para uma consolidação que, pela sua repetição, se tornaram como que uma tradição.
Vem isto a propósito do encontro desportivo que, desde há mais de dezena e meia de anos, tem vindo a ser realizado, em Bragança, integrado no programa das Festas Cidade, tendo como protagonistas intervenientes, representantes da Comunicação Social local e da Câmara Municipal.

Do Santuário da Senhora dos Remédios, a …Izeda!...

 
Localizado entre a vila de Izeda e a histórica aldeia de Frieira, sensivelmente, a meio da distância, num lugar aprazível, está situado o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
Dada a sua localização, é, não só motivo de visita de muitos pessoas ao longo de todo ano, como também um lugar de referência no contexto religioso, sobretudo no decorrer da primeira quinzena do mês de Agosto.

Também no futebol… Deus só pode ser Isento!...

Como é natural, Deus só pode ser Isento, ou senão, não seria Deus. Isto porque Deus significa a Luz, a Paz, o Amor, a Concórdia, o Diálogo e, sobretudo a Verdade.
Por isso, sobretudo nos tempos modernos de proliferação do futebol/negócio, com posturas que ficam muito aquém da concordância com os princípios da ética, da moral e da clarividência, a todos os níveis, muitas mais razões haverá para que a influência de Deus seja no sentido da isenção e da verdade.

A propósito da... Feira do Pão e do Azeite…em Macedo do Mato

Resultante, sobretudo, da crise que nos apoquenta, nomeadamente ao nível financeiro, económico e social, a desertificação do interior, com índices mais acentuados nos meios rurais, tem vindo a crescer, assustadoramente.
As nossas aldeias estão cada vez mais despovoadas, daí resultando um evidente pessimismo quanto ao futuro das próprias comunidades e da sua própria economia.

28.000 Euros de encantamento!...

Com redobrado entusiasmo e grande fé, aguardavam milhões de portugueses uma briosa e prestação, da nossa seleção, na fase final do campeonato do mundo de futebol.

A Festa…a comunidade…a família e a… Religiosidade!..

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Estamos já em pleno verão. Tempo quente, de festas e diversão!...

Um moinho de água a funcionar!...

Oriundo, que sou, do meio rural, sem nunca omitir, muito menos esconder, as minhas origens aldeãs, devo confessar que sinto uma motivação acrescida para escrever sobre as maravilhas da natureza, das tradições e dos usos e costumes das gentes nordestinas ligadas à terra.
Por outro lado, gosto de observar o que acontece nas nossas aldeias e ficando triste ao perceber o quanto se desvaloriza muito do património material e imaterial, que lhes é inerente, mas que ainda é olhado como referência de identidade e afirmação local, mesmo nas aldeias, já quase sem gente.

O encantamento dos Conquistadores!...

Portugal sempre foi um país de conquistadores. Fases expansionistas da nossa história são o retrato disso mesmo.
Inerente à designação de conquistador esteve sempre o protagonismo heróico, arrojado, lutador, descobridor…transpositor de inúmeras adversidades, alcançando feitos que jamais alguém tinha conseguido!...
Só que, noutros tempos, o título de conquistador só era concedido a alguém por aquilo que, reconhecidamente, fizera no passado e não por aquilo que se propunha no futuro, muito menos na incerteza do alcance do objetivo da conquista.