Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Zelar pelo que é público… mantendo identidade!...

 
Recentemente, neste mesmo espaço, fiz algumas referências ao edifício onde realizei o meu percurso escolar, até á 4.ª classe. Desse período, guardo muitas recordações, como, aliás, de todo o percurso escolar. Da minha passagem pela Escola Profissional de Santo António (EPSA), de Izeda, na altura dirigida pelos Salesianos, pelo Liceu Nacional, pelo antigo Colégio S. João de Brito/Escola do Magistério Primário e pela Escola Superior de Educação Bragança. Dos edifícios, da sua funcionalidade, da sua identidade…sobretudo educativa/formativa.

A mediatização da bola?...

Como é fácil de depreender, sobretudo por aquilo que venho escrevendo ao longo de cerca de três décadas, gosto do desporto e, consequentemente, da prática das atividades desportivas. De comentar, ver e praticar, o que faço regularmente. De umas modalidades, mais do que de outras, naturalmente. Gosto do futebol, mas também gosto do voleibol, ou dos jogos tradicionais/populares. Aliás, dos jogos tradicionais, dos meus tempos de criança, adolescência e juventude, apesar de, agora, muitos deles estarem em desuso, diria mesmo, em extinção, guardo boa recordação.

Voltar à Escola… …50 Anos depois!...

Todos guardamos as recordações dos tempos em que frequentámos a Escola Primária.

Festejar alegremente, mas... …desportiva e responsavelmente!.

Numa altura em que já estamos adiantados nas vivências que nos transportam para mais um Mundial de Futebol, não deixamos de viver e sentir as emoções que, a nível interno, despontam na nossa cabeça.
Um dos diversos fatores positivos do desporto em geral e do futebol em particular é o impulso que nos levar a festejar, vibrando, com maior ou menor euforia nos triunfos, ou nos desaires.
Todos gostamos de festejar quando algo de positivo acontece e que emocionalmente nos conforta. Sem dúvida.

As bandas filarmónicas… nas festividades!...

 
Terminada a Semana Santa e a Festa da Páscoa, já em plena primavera, com o tempo quente a aproximar-se, começam a surgir os acontecimentos festivos que, com maior o menor impacto, se revestem sempre de animação acrescida, com particular significado no meio rural.
O dia de festa numa aldeia é, talvez, o maior acontecimento social que acontece num burgo e aquele que potencia mais entusiasmo e dinamismo convergente, suscitando uma interatividade diferente do resto do ano. Festa é festa, e pronto!...

Concerto solidário

Numa altura em que a barbaridade económica se abateu sobre todos nós, as nossas famílias e, consequentemente, as instituições, é importante não só, cultivar o espírito de coesão, para manter a força e a vontade de triunfar, contrariando as adversidades, como também promover a cooperação intergeracional, de modo a que todos, em sintonia e convergência, consigamos amenizar as dificuldades.

Se D. José Policarpo… …tivesse sido futebolista!...

Faleceu, inesperadamente, na semana passada, o patriarca emérito de Lisboa, D. José Policarpo. Não tive oportunidade de o conhecer pessoalmente, ao contrário do que acontece com o atual Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Este foi, enquanto Bispo do Porto, um dos oradores convidados para as célebres Conferências na Paróquia de Santo Condestável, de Bragança, quando ainda se realizavam as distintas Festas Anuais. Gostei, na verdade, do contacto que tive com D. José Clemente e da forma como se expressa sobre a instituição – Igreja e os seus valores.

A “iliteracia” dos iluminados...

Na sociedade atual, são inúmeros os fatores negativos que minam as relações sociais e se tornam impeditivos do desenvolvimento harmonioso.
A falta de valores torna a sociedade doentia e pouco tolerante, a todos os níveis. A inveja, como uma emoção negativa provoca sentimentos não saudáveis, a corrupção e a injustiça geram “cancros” sociais, que alastram perigosamente, ferindo, na sua essência, a ética e a moral.

O Festival…o Butelo…as Casulas… …e a Praça da Sé!...

Como é do conhecimento geral, decorreu, de 21 a 23 do passado mês de Fevereiro, o Festival do Butelo e das Casulas de Bragança 2014.
Tal como já aqui referi, tratou-se da II Edição deste Festival, que surgiu na sequência do I Fim-de-semana do Butelo e das Casulas de Bragança, levado a efeito em 2012, também no mês de Fevereiro.

A Cegueira do Poder?...

Neste mesmo espaço, referi que cada um nós, no pleno uso das suas competências psicológicas, deve ter consciência das suas possibilidades e capacidades, no contexto de uma verdadeira interiorização da realidade em que se insere e movimenta, constituindo uma importância relevante o modo como conduz os projetos pessoais, sociais e organizacionais.