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“Bragança é uma cidade segura”, garantem os comandantes da PSP e GNR

Glória Lopes em Qui, 24/03/2016 - 17:45

O comandante da PSP, Amândio Correia, tranquiliza a população de Bragança, garantido que a criminalidade tem vindo a baixar desde 2015, com uma diminuição de cerca de  9% comparativamente a 2014,  nesta cidade, tal como decresceu o número de crimes contra o património, ainda que admita que nos últimos dois meses têm ocorrido alguns furtos e roubos, nomeadamente um furto de dinheiro no bar do hospital, cujo autor foi identificado. “Desde dezembro houve quatro casos de roubos a pessoas na zona do Instituto Politécnico e mais dois numa rua do centro. Há registo de alguns crimes em lojas, com arrombamento de portas. Em 2016 os números são ainda mais baixos do que em 2015”, deu conta no final de uma reunião do Conselho Municipal de Segurança, na passada segunda-feira.

Sentimento de insegurança não se justifica

Apesar dos relatos de furtos e roubos a cidadãos, a estabelecimentos comerciais e a garagens de prédios na cidade de Bragança, entre dezembro e meados de março, situações que têm causado alarme entre a população, Amândio Correia, disse que “não há motivo para alarme” e que nos primeiros dois meses de 2016 se verifica uma diminuição da criminalidade em geral e dos crimes contra o património. “O que não significa que não haja crimes, e tem havido alguns. Mas são menos do que no ano anterior”, afirmou, não escondendo que “os crimes contra o património são os que mais o preocupam”. Aliás, segundo o comandante da PSP, 2015 foi o ano deste milénio “com menos crimes”.  Todavia, o responsável frisou que compreende que as vítimas sintam que existe insegurança. “Cada um que é vítima sofre”, acrescentou.

Câmara convocou conselho para analisar criminalidade face ao alarme criado por alguns meios de comunicação social

Também o comandante da GNR, Cruz Ribeiro, disse que no concelho “os indicadores de criminalidade são de tranquilidade e vêm de encontro ao que é habitual. Não há nenhum alarme, nem motivo de preocupação”.