Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Celebrar com urbanidade!...

Dada a velocidade da mediática atual, somos, constantemente, bombardeados com notícias, relatos, reportagens, dos mais variados lugares do mundo, sustentadas nos casos mais insólitos.

A inveja…uma praga social!...

Diz o povo, e com razão, que a inveja nunca foi boa conselheira. Longe disso. Embora, por vezes, seja difícil de disfarçar, ou omitir, a inveja anda por aí espalhada, alimentando-se maldosa e sorrateiramente, fazendo parte da postura pessoal e social de muita gente. Há quem dia, certamente com muita razão, que a inveja é dos piores males das sociedades actuais e do nosso país em particular. Confesso que partilho dessa opinião. Diria mesmo que se tratará de uma praga social, difícil de combater, tal como uma erva daninha, que se aninha nas entranhas da terra.

O querer, o saber e o querer mudar

Por mais apedeuta que qualquer pessoa seja, terá sempre algo para ensinar e muito para aprender, nomeadamente tendo em conta que a formação e o conhecimento vão muito para além de estudar ler e ouvir. Por mais letradas, eruditas, ou tecnicamente formadas, que sejam as pessoas têm, ainda e sempre, muito a aprender. Há inúmeras coisas que não sabemos, experiências de que não usufruímos e ambientes que não partilhamos. 

Rastreio ao cancro oral em Macedo do Mato

A Freguesia de Macedo do Mato, concelho de Bragança, conheceu, no passado dia 12/03/2015, Domingo, um dia diferente.
Com efeito, promovida pela Delegação de Bragança, da Liga Portuguesa Contra o Cancro, em colaboração com a Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar e com o patrocínio da Junta de Freguesia local, teve lugar naquela freguesia uma ação inédita de Consultas de Diagnóstico Precoce de Cancro Oral.

A motivação e a pedagogia do castigo

A motivação e a pedagogia do castigo são dos temas mais falados e tratados ao nível educativo/formativo, sobretudo no âmbito escolar e da aprendizagem.

Viver e sentir a Páscoa!...

Estamos quase na Páscoa, em plena Semana Santa.O Domingo de Páscoa, o próximo, é, assim, precedido pela Sexta-feira Santa, dia da celebração da morte de Jesus na Cruz, bem como pelo Sábado Santo, dia de luto e reflexão até à Vigília Pascal.
Com a celebração da Páscoa termina, para os cristãos, um período mais intenso de reflexão, renovação, conversão espiritual e de recolhimento em oração e penitência. 

Olhar de frente…olhar em frente!

Uma incursão breve pelo universo das relações humanas, traz discussão, a crise de identidades, de afirmação pessoal e dos valores que deverão nortear a sã convivência, bem como, a ausência de auto-estima que, não sendo trabalhada, condiciona a confiança e a esperança.

Caminhar, conviver, observar e partilhar!

Há sempre uma primeira vez. É certo que tenho conhecimento da existência, na região e não só, de grupos organizados para a realização de atividades relacionadas com a atividade física das caminhadas. Uns menos formais que outros, é certo. Porém, nunca tinha integrado nenhum. Mas, desta vez, aconteceu! Motivado, não só pelo facto de ser realizado na freguesia, onde nasci, cresci e com a qual me identifico, de corpo e alma, mas também pelo convite/sugestão do líder autárquico da mesma, decidi participar, numa caminhada. Na manhã do passado sábado, treze de Março, lá fui eu.

A torna-jeira

A atividade agrícola exige uma atenção constante e um trabalho incessante.
É certo que a azáfama nos tempos atuais, nada tem a ver com o passado, sobretudo quando a agricultura não era mecanizada e quase tudo acontecia decorrente força humana, ou dos animais, pura e dura.

Pavilhão Municipal Arnaldo Pereira Uma homenagem merecida!...

Sou daqueles que entendem que para de dizer que se É de uma determinada terra, não basta nela ter nascido. Naturalmente que o local de nascimento é uma referência que não se apaga do Bilhete de Identidade, ou do Cartão de Cidadão. Porém, é preciso ter em conta que, para SER/ SENTIR de uma aldeia, vila, ou, cidade, é determinante que se viva a identidade com devoção, emoção, preocupa- ção e, principalmente, com o coração, assumindo uma sa- lutar relação de um convívio consistente e inteligente com a sua gente, evidenciando a prática consciente de perten- ça.