Pe. Dário Pedroso

Creio no amor contemplativo de Jesus

Creio no amor contemplativo de Jesus, que vive em íntima, profunda comunhão com o Pai, que passa noites inteiras em oração e em diálogo com Ele, que  O vê e descobre em tudo e em todos.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que fica encantado e extasiado com o pôr-do-sol bonito e avermelhado, com os figos maduros, com a lâmpada colocada sobre o alqueire, com o fermento misturado a levedar a massa.

CREIO NO AMOR DO BOM SAMARITANO

Creio no amor do Bom Samaritano, de Jesus, Verbo do Pai que veio do Céu à Terra, que encarnou para curar a humanidade de suas feridas e seus pecados e a entregou à Igreja, qual estalajadeira sempre dedicada e atenta, amiga e serviçal.
Creio no amor do Bom Samaritano, sempre atento aos pobres, aos doentes, aos pecadores, aos marginais, aos caídos na valeta da vida, sem pão, sem conforto, sem amigos, sempre pronto a dar-Se até ao fim e sem limites.

CREIO NO AMOR SEQUIOSO DE JESUS

 Creio no amor sequioso de Jesus, que nos revela o amor do Pai, o Deus de Israel, que amava a sua esposa e dizia que tinha ânsias de mais amor, afirmando que mesmo que a mãe esquecesse o seu filho, Ele, por amor, não esqueceria Israel.
Creio no amor sequioso de Jesus, que não cessa de nos dizer “vinde a Mim”, que deseja a nossa presença, a nossa amizade, a nossa companhia, o nosso diálogo, a nossa intimidade, para nos fazer mais felizes.

JESUS CRISTO, SENHOR

Vem a propósito dos mistérios natalícios tomarmos consciência da riqueza do nome de Jesus, da grande da missão de Cristo, da graça da vida do Senhor. Cada “nome” que chamamos ao Menino é um modo de descobrir a grandeza da nossa fé e a maravilha do seu ser.

A MARAVILHA DO VERBO ENCARNADO

Neste tempo litúrgico pode ser ajuda meditar, reflectir na maravilha do Verbo Encarnado, pois é o Menino que nos nasceu no presépio. Tentar assumir com o coração e com a inteligência a graça do Verbo feito carne no seio da Virgem.

Creio em Deus Pai, O Senhor da Ceia

A Eucaristia, a Ceia do Senhor, é centro e cume, fonte de vida e de santidade, é o nosso “Mistério da Fé” por excelência. Viver o “Mistério da Fé” é essencial para o Ano da Fé.

 

CREIO EM DEUS PAI, O INTERLOCUTOR DO FILHO

O diálogo entre o Pai e o Filho, modelo do nosso diálogo, da nossa intimidade, da nossa comunhão com o Pai. Viver nesta descoberta no Ano da Fé é o nosso caminho.

CREIO EM DEUS PAI: O DIVINO AGRICULTOR

Em pleno Ano de Fé, continuar a descobrir o Pai deve ser o maior encanto da nossa vida, da nossa oração, da nossa existência cristã. Centrar-nos no Pai é o mais importante da vida cristã.