Editorial

Pe. José Carlos Martins // Qui, 2015-01-01 16:24

75 anos

Texto

É com alegria que celebramos 75 anos de publicação ininterrupta.
Chegámos a esta idade fruto do trabalho abnegado de muitos. Nem sempre foi fácil, mas foi sempre muito gratificante.
Fomos e queremos continuar a ser a voz da Igreja e a voz da região pelo país e pelo mundo.
Nestes 75 anos passados não se pode pensar nem contar a história do distrito e da diocese sem o Mensageiro de Bragança.
Foram muitas as vezes que ganhámos visibilidade no contexto geral do país pela força das publicações saídas no Mensageiro de Bragança. Foram muitas as vezes que conseguimos deixar de ser menos pobres pela capacidade de afirmação dos nossos direitos e liberdades junto do poder, tanto central como regional, a partir do que se foi escrevendo no Mensageiro de Bragança.
Afirmámos a nossa dignidade, exprimimos as nossas convicções, esgrimimos argumentos, fomos a expressão da diversidade que enriquece, fizemo-nos ouvir!
Encurtámos muitas distâncias, vencemos muitos obstáculos.
Contribuímos para que, a partir da nossa “tribuna” muitos se afirmassem e conseguissem estatuto nacional e internacional. Fomos capazes de ajudar à realização pessoal e profissional. Contribuímos para o sucesso das pessoas, das empresas, das Instituições, ajudando a derrubar os muros da discórdia e construindo as pontes para o diálogo.
Promovemos e potenciámos o que temos de bom e ajudámos a corrigir as assimetrias que nos penalizam.
Na afirmação plena da nossa periferia, queremos continuar a contribuir, com a ajuda de todos, para o fomento do bem estar, privilegiando a dignidade da pessoa, na intransigente defesa integral de todas as suas dimensões, desde a sua concepção até à sua morte natural.
Na prossecução deste objectivo fazemos votos de ir mais além; que a celebração destes 75 anos nos motive a fazermos sempre mais e melhor, pugnando pela afirmação dos valores cristãos e pela defesa incondicional da região e das suas gentes.
Todos somos poucos, ninguém está a mais; cada um pode acrescentar e faz falta, pois só os mortos estão dispensados!
Parabéns MENSAGEIRO DE BRAGANÇA!