Jorge Novo

Das Rainhas Magas

Embalado pelas belas e significativas palavras do Papa Francisco, quando referiu, no pretérito dia primeiro do ano e como sempre faz quando tem a oportunidade para tal, realçando o papel singular e fulcral da Mulher, “Deus, que tomou duma mulher a humanidade”, ocorreu perguntar-me o que teria sucedido se, em lugar dos três Reis Magos, tivessem sido três Rainhas Magas?


Um deputado no sapatinho

É um presente de luxo que neste Natal ainda não se inclui nas prendas dos portugueses!
É uma de entre outras singularidades da nossa Democracia, como a que vai ocorrer nas eleições para a Assembleia da República, no próximo dia 30 de janeiro de 2022, ainda sob o prisma político-administrativo que já não se usa, um verdadeiro anacronismo, que são os distritos!


A hiperlightização do Natal

Em vez do termo “Natal” se passe a usar o termo “festividades”, assim pretendia e se aprestava para propor, oficialmente, a Comissária Europeia para a Igualdade, em nome de um objetivo definido de “ilustrar a diversidade da cultura europeia e mostrar a natureza inclusiva da União Europeia”!


A Cidade Educadora

Tudo educa e todos nós somos agentes de educação, para além de que todos nós somos efetivamente recebedores de aprendizagem.
Aprendemos desde crianças, com os nossos Pais, os nossos familiares, na Igreja ou com os nossos amigos, mesmo antes de ir à Escola, que por exemplo o cumprimentar é um ato de educação, o respeito para com os mais velhos é um ato de educação, o dizermos a verdade, o aceitarmos as diferenças ou que todos temos a mesma dignidade, são atos de educação. De boa educação.


A exportação dos filho

Bem sabemos do grande investimento que o nosso País tem feito nas últimas décadas na qualificação das novas gerações, até para um contexto global, especialmente europeu, com quinze anos ou mais de educação e formação, na Escola, nos Institutos Politécnicos e/ou nas Universidades.
Precisamos que Portugal tenha mais conhecimento, maior competência, melhores recursos humanos, mas para isso é preciso evitar que os seus cérebros, os nossos jovens filhos, emigrem para fora do País.


Um orçamento não faz a primavera

É sobejamente conhecido o adágio popular protagonizado pela andorinha e o que nos quer ensinar, isto é, que nunca devemos tomar o todo por uma das partes, pois como é óbvio, a observação de uma destas pequenas aves em janeiro ou fevereiro, não significa que chegou a estação das flores, a Primavera.
À semelhança desta lição, também com os inúmeros Orçamentos de Estado dos últimos anos já devíamos já ter retirado, entre outros, os seguintes ensinamentos:


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