F. Costa Andrade

Membro do MPN, CPLGSP e ONE

Ter vergonha na cara, fica bem e custa pouco!

Goste-se ou não, concorde-se ou não, só por manifesta má fé, condenável sectarismo ideológico e incurável estrabismo político, tudo isto bem caldeado com doses avantajadas de estupidez e falta de bom senso, se pode negar que a recente nomeação do cidadão português Dr. António Costa para presidente do Conselho Europeu, no atual contexto geopolítico, extremamente problemático com que o mundo está confrontado, foi uma decisão importante para a União Europeia e, por arrastamento, para Portugal.


Eurodeputados assim vale mesmo a pena (2)

Em continuação do trabalho da semana passada, volto às regalias e às mordomias dos eurodeputados, eleitos no passado dia 9 de junho para uma legislatura de cinco anos.
3 -SUBSÍDIO DIÁRIO
Por cada dia que estejam presentes em Bruxelas ou em Estrasburgo em missão oficial, a cada eurodeputado é atribuída a verba de 350 euros diários para cobrir as despesas com a alimentação e conexas, incluindo faturas de hotel e outras despesas, bastando para tal assinar o registo que confirme que estiveram presentes e que… votaram.
4 -SUBSÍDIO DE TRANSIÇÃO


As regalias dos Eurodeputados (1)

Assente a poeira das últimas eleições para o Parlamento Europeu, perante a pobreza franciscana de tudo quanto os candidatos, formatados de acordo com a estratégia e os interesses partidários, com raras exceções, foram autorizados a fazer e a dizer durante as duas longas e fastidiosas semanas da campanha eleitoral, durante a qual se falou e se discutiu tudo menos o que realmente estava em causa nestas eleições para motivar os eleitores e convence-los a votar, perante a enorme abstenção registada, como já era previsível, não há como esconder que, na linha dos anteriores, também este process


A coragem de arriscar tudo por um sonho

Quando, em 2023, se iniciaram em Carção as obras de recuperação dum velho barracão para nele instalar um moderno mini mercado, muito a gente pensava que um investimento desta natureza, numa zona com todas as limitações, as dificuldades e as condicionantes próprias duma terra fronteiriça do nordeste transmontano, não tinha qualquer viabilidade económica, era um enorme risco e tinha tudo para acabar mal.


5 - Migrações: (continuação) o reverso da moeda, antes que toque a finados

A ideia supina de classificar como “dores de crescimento” as consequências da vaga descontrolada de emigrantes que, nos últimos tempos, tem demandado Portugal, feita numa ação de campanha eleitoral pelo cabeça de lista de um dos partidos concorrentes às eleições para o Parlamento Europeu, ridícula demais para passar em claro.


2 -Migrações, sim e sempre, mas assim, não

(continuação)
A continuar tudo na mesma se, atempadamente, nada for feito para travar a nossa tendência atávica do “deixar andar e deixar correr, que depois logo se verá” e de resolver tudo em função dos interesses imediatos, individuais ou de grupo, os atuais problemas gerados pela migração massiva de milhões de pessoas a nível global, continuarão a crescer exponencialmente, correndo o risco de ficar fora de qualquer controlo.


1 - Migrações, grandezas e misérias dum país de heróis, de santos... e de outros

Já não há como ignorar que é redutora e completamente desajustada da realidade atual a estratégia que Portugal tem seguido na abordagem aos fluxos e às vagas migratórias que, depois de se tornaram num fenómeno a nível global, fizeram cair por terra todas as teorias e princípios que as inspiraram e nortearam durante séculos a fio.


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