F. Costa Andrade

Membro do MPN, CPLGSP e ONE

Definitivamente, este nosso mundo ensandeceu!...

A propósito da decisão irracional do mentecapto incorrigível Donald Trump, que tem nas mãos os destinos da nação dos Estados Unidos da América, de mandar atacar o Irão, veio-me à lembrança o conhecido comentário ,”Meteu-se numa camisa de onze varas”, que nos tempos idos era normal ouvir-se, sempre que alguém, sem uma razão aparente ou um motivo plausível, resolvia meter o nariz onde não era chamado, acabando sempre por se enredar em sarilhos, dos quais raramente conseguia libertar-se airosamente.


Como depressa e bem não há quem, também quem tem pressa come cru!

Com regresso do bom tempo e a ausência de chuva dos últimos dias, à medida que se vão normalizando os caudais dos rios que receberam a grande maioria das chuvas torrenciais que, com rara violência, causaram enormes prejuízos, um pouco por todo o país, com especial incidência e gravidade na região centro do território nacional, fica cada vez mais clara, tanto a dimensão da devastação causada pela força da água, como a necessidade de construir as defesas indispensáveis com a resistência necessária para evitar que tal volte a acontecer.


Depressão Kristin - o drama de uma tragédia sem fim à vista

1- O RUIR DE UM SONHO
A cada dia que passa, desde que, na madrugada fatídica do dia vinte e sete do passado mês de janeiro, a depressão Kristin, com uma violência inimaginável e uma fúria destruidora nunca vistas, arrasou e reduziu a escombros todo o centro do país, com especial incidência, além de outros, nos distritos de Leiria, de Coimbra, Santarém e Castelo Branco, começa a ficar cada vez mais percetível a dimensão dantesca dos danos causados, que só, com o envolvimento de toda a comunidade será possível reparar.


Segunda volta das eleições Presidenciais à falta de melhor...

Está a esgotar-se o tempo de, tanto os vencedores da primeira volta refrearem a euforia pela meia vitória conseguida, como os derrotados lamberem as feridas e apagarem as marcas provocadas pelas derrotas humilhantes, mais que espetáveis e evidentes, patentes, com clareza meridiana, na frieza e na evidência dos números apurados na votação do passado domingo.


Presidenciais: um misto de corrida aos saldos e desfile de palhaços num cortejo de Carnaval

Chegada a última semana do que, ao que tudo indica, será a primeira volta da campanha eleitoral para eleição do Presidente da República, contra tudo o que seria espectável, à medida que se reduz o tempo para refletir, para muitos dos eleitores, fica cada vez mais difícil escolher se votar ou não votar, ou pior ainda, à falta de melhor, ter de se resignar a escolher, não o melhor dos melhores, mas, pior ainda, o menos mau dos piores.


Venezuela, a lei da selva em todo o seu esplendor

A avaliar pelos primeiros dias deste novo ano, contra tudo o que seria de esperar, espera-se e exige-se de todos os grandes responsáveis pela condução dos destinos da humanidade que tenham a coragem e o bom senso de, antes que seja tarde, fazerem tudo o que está ao seu alcance para travar a atual escalada de guerra que ameaça por em causa a estabilidade e o futuro de toda a humanidade, de que é exemplo paradigmático a recente invasão ilegítima da Venezuela, levada a cabo pelo atual presidente dos Estados Unidos da América.


CANDIDATOS, PRÓXIMOS FUTUROS EX-CANDIDATOS E FUTURO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Pela presente, tenho o prazer de levar ao conhecimento de V.as Ex.as que, para obter um conhecimento, tanto quanto possível e aceitável, do perfil de todos os candidatos a presidentes da república, que me permita, no próximo dia dezoito de janeiro, votar em consciência, sem saber muito bem por que carga de água, impus-me a mim próprio ouvir todos os debates dos candidatos a presidente da república, realizados pelas televisões generalistas em horário nobre, que gravei e que, quanto mais os leio e procuro interpretar, mais me massacra a memória e martela os ouvidos, a tentativa de encontrar


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