Reinventar a peregrinação no século XXI
Há muitos séculos, S. Agostinho procurou a felicidade fora dele. Mas só a encontrou verdadeiramente quando entrou dentro de si e, aí, foi surpreendido por Deus, que o aguardava. Nas Confissões ele exclama: “Tarde te amei, beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! E eis que estavas dentro de mim e eu fora” (Livro X, XXVVI, 38).Tal como experimentou S. Agostinho no século IV, a felicidade não é uma conquista. É o resultado de um caminho interior que leva a pessoa a descobrir os seus talentos, sendo chamada a desenvolvê-los cada vez mais.
