O Excedente Orçamental
O Orçamento do Estado (OE) para 2020 foi aprovado na generalidade sem sobressaltos nem surpresas. Segue-se agora o debate na especialidade e a aprovação final global no dia 6 de fevereiro.
O Orçamento do Estado (OE) para 2020 foi aprovado na generalidade sem sobressaltos nem surpresas. Segue-se agora o debate na especialidade e a aprovação final global no dia 6 de fevereiro.
Florbela Espanca nasceu a 8 de dezembro de 1894 em Vila Viçosa. Morreu em 1930, também a 8 de dezembro, em Matosinhos, em casa do último marido, o médico Mário Lage. E foi ainda a 8 de dezembro que casou pela primeira vez, tinha ela 19 anos. E, hoje, 8 de dezembro, quando ela faria 125 anos, participei na Biblioteca Municipal de Matosinhos, Biblioteca Florbela Espanca, num debate com a historiadora Irene Pimentel, moderado pelo jornalista Sérgio Almeida, subordinado ao tema “Florbela, um destino amargo”.
Em todas as eleições, há vencedores e vencidos. E há os que são incluídos num ou noutro grupo, não em resultado dos números, mas em função das expectativas criadas ou do olhar subjetivo dos analistas.
Nos questionários de verão de jornais e revistas, há perguntas recorrentes. Quais as qualidades que mais admira no homem ou na mulher (consoante o género do interpelado)? Qual a personalidade que mais admira? Com quem gostaria de sair à noite? Que livros leva para férias? E outras de idêntico teor.
A relação entre jornalismo e política esteve em debate na Assembleia da República, em conferência promovida pelos professores Rita Figueiras, Paula do Espírito Santo e Joaquim Paulo Serra e subordinada ao tema «O Jornalismo Político em Portugal». Coube-me a subida honra de, em representação do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, fazer a intervenção de abertura.
A notícia inesperada apanhou-me em Moimenta da Beira, ao chegar ao Centro de Formação da Associação de Escolas do Douro e Távora, onde ia falar de “nacionalismos e autonomias”. “Faleceu o Dr. Pimentel” – dizia o Rui Matias ao telefone. Fiquei em estado de choque. Para me recompor, refugiei-me no dever e adiei o sofrer. Perder um amigo, é como perder uma parte de nós.
Volto ao tema da circulação de conteúdos falsos e factos alternativos que estão a minar a democracia. A guerra da desinformação é real e devastadora. Não tem fronteiras nem regras, é barata e gera milhões. A extrema-direita europeia, onde pontificam a francesa Marine Le Pen e a italiana Giorgia Meloni, bombardeia as redes sociais com mensagens extremistas de desinformação que são replicadas por milhões de pessoas em diferentes línguas.
Notícias falsas, vídeos manipulados, campanhas coordenadas de desinformação para manipular a opinião pública são fenómenos preocupantes. A caixa de Pandora está aberta. A cada vinte minutos, são trocadas 2,7 milhões de mensagens no Facebook. Sabendo que informações falsas têm um potencial viral seis vezes maior do que o de uma informação real, como podemos garantir que o estado de direito seja mantido no mundo digital?
A Assembleia da República aprovou na generalidade o Orçamento do Estado (OE) para 2019. Segue-se o debate na especialidade e a sua aprovação global no fim de novembro. Este quarto OE, o último desta legislatura, consolida e reforça o caminho iniciado em 2016.